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quarta-feira, 23 de maio de 2018

beijo

O GOSTO DO TEU BEIJO
O gosto do teu beijo, como gosto de seus beijos...
Tem um gosto que dá gosto!
O teu cheiro tem um cheiro, que adoro sentir... suado, casnado...
Que me toma por inteira, no corpo e na alma.
O teu toque, seu jeito de massagear minhas costas...
Toca-me além do físico, toca-me a alma.
Faz-me, delirar, levitar, respirar, transpirar...! sonhar, querer mais... mais...
Entrego-me com a alma desnuda, fico muda! Extasiada com tanta coisa boa que me faz sentir..
Ouço as batidas do seu coração, no meu.
E não resisto à tentação... afinal eu te amo tanto...
Quando teus olhos me olham meio assim...
Eu fico fora mim!
Assim... feliz com você meu Grandão!!!


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Ah!!!! o amor.... pra reviver e viver a vida! voltando com "Desconcerto"

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DESCONCERTO
(Martha Medeiros)

Às vezes tenho vontade de rasgar tudo o que li sobre o amor. Picotar teses, ensaios e romances edificantes, ignorar os “pra sempre”, “almas gêmeas”, “dois em um” e outras condensações românticas. Por que nos iludimos tanto? O amor é um sentimento enorme, forte o suficiente para sustentar casamentos, famílias, convenções, mas o que ele é, de fato, em sua gênese? Qual é o estopim do amor, sua fagulha inaugural? O que faz a gente se interessar emocionalmente por um estranho?
A estranheza, por si só, é uma resposta. O enigmático atrai. Aquele que veio sei lá de onde, foi criado sei lá como, e nos fascinou, deslumbrou, encantou: os verbos verdadeiros do amor, esse amor que aqui trato como paixão, arroubo, irracionalidade. O êxtase secreto que corrompe nosso coração, a inclinação injustificada em direção a um alguém qualquer.
A paixão é um lampejo. Uma adorável armadilha. Um desconhecimento que nos liberta de nós mesmos. Não sabemos explicar por quê. Aconteceu.. Foi pelo jeito de andar, pela voz, pela maneira de mexer no cabelo, pelo beijo quente, foi pelo desconcerto que provocou, foi por ter nos dado vontade de fazer o que normalmente não faríamos, foi por subverter este ”normalmente”, foi isso e será sempre isso, mesmo que não dure.
Promovemos paixão a amor para que vire um relacionamento, um noivado, um casamento. Mas essa formatação social leva o amor para um patamar de tabelionato, outro andar da carruagem, logo esquecemos a razão de ele ter iniciado. Seguirá lindo, mas será outra coisa, amor registrado e autenticado em três vias. Amor imperecível, durável - por que alguém perderia o sono por ele, já que eterno?
A paixão nasce da insanidade, da falta de lucidez, da loucura momentânea. É aquele instante em que você sai do bar às três da manhã depois de muita conversa e alguma cachaça e resolve que não pode voltar pra casa, tem que bater à porta da mulher que ama, e vai lá e bate. É aquele instante em que o telefone toca e é seu chefe convocando para uma reunião e você alega uma gripe fajuta porque já decidiu que não pode terminar seu dia sem tentar uma reconciliação com o namorado com quem se estressou ontem à noite. É aquela hora em que você joga no lixo todas as razões sensatas para desistir da relação e, feliz da vida, se deixa devorar pelas imprecisões.
Paixão é tudo que é potente, enérgico e nem um pouco estratégico. Tudo que é natural, impulsivo, sonhador, fantasioso, aquilo que fez você se identificar com os dragões e as bruxas dos contos de fada, mais do que com os príncipes e as princesas. Não tem, nem nunca teve, nada a ver com final feliz, essa falácia.
A não ser o amor modulado para o convencional. Que é outro amor. Outro destino. A maquiavélica vida real.
O amor de que falo aqui é instantâneo, indomável, aquele que você não exige que se adapte e nem o instala numa rotina previsível, porque é isso que o mata.



segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

CARTA DE ANO BOM - FELIZ 2017


 


CARTA DE ANO BOM

Entre um ano que se vai

E outro que se inicia,

Há sempre nova esperança,

Promessas de Novo dia...

Considera, meu amigo,

Nesse pequeno intervalo,

Todo o tempo que perdeste

Sem saber aproveitá-lo

 

Se o ano que se passou

Foi de amargura sombria,

Nosso Pai Nunca está pobre

Do pão de luz da alegria.

 

Pensa que o céu não esquece

A mais ínfima criatura,

E espera resignado

O teu quinhão de ventura.

 

Considera, sobretudo

Que precisas, doravante,

E espera resignado

O teu quinhão de ventura.

 

Considera, sobretudo

Que precisas, doravante,

Encher de luz todo o tempo

Da benção de cada instante.

 

Sê na oficina do mundo

O mais perfeito aprendiz,

Pois somente no trabalho

Teu ano será feliz

 

Não esperes recompensas

Dos bens da vida terrestre,

Mas, volve toda a esperança

A paz do divino Mestre.

 

Nas lutas, nunca te esqueça

Deste conceito profundo:

O reino da luz de Cristo

Não reside neste mundo.

 

Não olhes faltas alheias,

Não julgues o teu irmão,

Vive apenas no trabalho

De tua renovação.

 

Quem se esforça de verdade

Sabe a prática do bem,

Conhece os próprios deveres

Sem censurar a ninguém.

 

Ano Novo!... Pede ao Céu

Que te proteja o trabalho,

Que te conceda na fé

O mais sublime agasalho.

 

Ano Bom!... Deus te abençoe

No esforço que te conduz

Das sombras tristes da Terra

Para as bênçãos de Jesus.

Casimiro Cunha – Psicografia de Chico Xavier

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Dia 10/02 - Férias

 Ponte Rio Niterio
 Cabo Frio
 Dunas de Cabo Frio 
 Arraial do Cabo
 Pousada Ponta Praia

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Contagem regressiva - 1 - enfim férias

E enfim.... férias! 
As próximas postagens serão  fotos das aventuras das férias.